SÃO SILVESTRE 2017 – A ÚLTIMA DO ANO

Assim como as provas só terminam quando cruzamos a linha de chegada, o ano só termina quando inicia a queima de fogos, então dia 31 de dezembro é dia de acordar cedo e ir correr a São Silvestre.

Como todos acompanham nas transmissões é muita gente nesta prova, mas muita gente mesmo, acho que mais de 30 mil inscritos, fora os pipocas que não são mais bem vindos como antigamente.

A diversão nesta prova começa uns dias antes quando vamos pegar o kit no Ginásio do Ibirapuera. O kit este ano estava fraco, mas tem uma grande quantidade de expositores e é possível ver coisas novas e interessantes.

No dia 31 acordamos cedo e nos preparamos para a prova. Saímos de casa um pouco apreensivos porque havia chovido quase que todos os dias e o tempo fechado indicava que choveria em algum momento durante o dia.

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Chegamos no Metro da Paulista e chovia muito, compramos umas capas de chuvas e fomos para a linha de largada no setor amarelo.

Tiramos fotos com o Bozo, tiramos a capa e logo a buzina da largada tocou.

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A São Silvestre não é uma prova para marcar tempo ou baixar tempo, porque tem muita gente e é impossível colocar um ritmo e a intensão é que todos possam curtir a prova então não é legal ficar se espremendo toda hora.

Eu e a Marilda aproveitamos a São Silvestre para corrermos a prova toda juntos. É uma prova para celebrar o nosso ano, para nos divertir. Para mim esta prova representa o nosso ano, sempre juntos, em alguns momentos eu faço o “passer” em outros momentos a Marilda faz o “passer”, motivamos um ao outro. Se for preciso caminhamos ao lado um do outro. Subimos juntos no trote a tão falada Brigadeiro, que desta fez parecia mais plana. E sempre juntos cruzamos a linha de chegada. Nesta prova como em nosso ano, saímos sem saber de podíamos pegar chuva ou tempestade, mas estávamos juntos mesmo se a tempestade chegasse, mas como somos do grupo que tem sorte fizemos toda a prova sem chuva.

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Depois de 15,5 km e 1:58 h cruzamos juntos a linha de chegada e fomos buscar nossa medalha e fechar o nosso ano nas competições. Agora é ir para casa, tomar um banho e nós preparar para receber a família para nossa festa de reveilon e ver os fogos para finalmente fechar 2017 !!!

 

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SCHWINN CYCLING INDOOR – NÍVEL BRONZE

Como mencionado no post anterior, 2017 foi um ano de inicio de preparação de nosso projeto e além de estarmos focados nas certificações para treinadores de triahlon, resolvemos buscar outras certificações que irão complementar o treinamento de triathlon de nossos atletas, além de ampliar nossos conhecimentos em tudo que está relacionado com bikes e com a pratica esportiva e qualidade de vida.

Assim, nos dias 25 e 26 de novembro nós (Eu e Marilda) participamos do curso e certificação do Schwinn Cycling Indoor Nível Bronze para nos qualificar em aulas de bike indoor.

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Como muito conhecem a Schwinn é um antigo fabricante de bicicletas americano e há décadas decidiu entrar no bike indoor desenvolvendo e aperfeiçoando suas bikes indoor e também o seu conceito de pratica de bike indoor e os métodos de treinamento e certificações de profissionais. Por esse histórico decidimos nos certificar pela Schwinn e a primeira certificação é a Nível Bronze.

Neste curso estávamos em 16 alunos e a especialista da Schwinn Josi Alexandra, fera no bike indoor e a referência da Schwinn nos treinamentos no Brasil.

Os dois dias de treinamento foram excelentes e ficamos muito satisfeitos pelo conceito da Schwinn que não é colocar uma música e fazer a galera pedalar, mas há um conceito cientifico por trás do método, que transforma o bike indoor em uma excelente ferramenta de treino para nós como triatletas duatletas e ciclistas. Claro que este método também tem seu foco principal nos alunos de bike indoor de academias. O conceito da Schwinn considera a biomecânica, o posicionamento na bike (bike fit), as zonas de frequência ou potência dos alunos com critérios que agradam muito aos ciclistas. A música para o conceito Schwinn é cuidadosamente escolhida e “recortada” de acordo com a cadência e o tempo necessários para o treino e as zonas de treinos desejadas.

Isso mostra que para dar uma aula de bike indoor não é colocar uma música e mandar a galera pedalar, existe uma ciência por trás de cada aula e um objetivo. A preparação de uma aula de 45 min pode demorar algumas horas para que seja um treino de qualidade e respeito as condições dos alunos.

Ao final de cada dia, depois de muita teoria e conceitos, tinhamos aulas praticas nas bikes da Schwinn, aulas especialmente preparadas para nós pela Josi.

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Este treinamento e certificação foi muito importante para nós para conhecermos as aulas que fazemos nas academias e sabermos se são aulas de qualidade ou não e se podem ser prejudiciais para nós, para podermos preparar aulas de qualidades para academias e para prepararmos aulas de bike indoor nos nossos treinos como atletas e para nossos atletas, pois o conceito do bike indoor Schwinn pode ser utilizado com qualidade na periodização do treinamento de ciclistas, duatletas e triatletas.

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Obrigado Josi ! Esperamos nos ver em 2018 para mais treinamentos Schwinn e uma certificação Prata em 2019 !!!

 

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PROGRAMA DE FORMAÇÃO DE TREINADORES DE TRIATHLON – FEF – UNICAMP – SPTri (CARD 1 e CARD 2)

Em 2017, além de nossos treinos e das competições que participamos, eu e a Marilda resolvemos investir mais tempo em nossa formação e preparação para o futuro.

Temos planos que irão ser colocados em prática aos poucos, mais para isso precisamos nos preparar, e resolvemos fazê-lo com os melhores profissionais, instituições, empresas e tecnologias para que nosso projeto seja bem sucedido e também se torne uma referência.

Como estamos muito envolvidos com as modalidades de corrida, ciclismo, duathlon e temos uma paixão pelo Triathlon, resolvemos entrar de vez nesta modalidade que sempre vimos como um esporte que é composto por nadar, transição, pedalar, transição e correr, sendo um único esporte com suas modalidades inter-relacionadas e não como a pratica das modalidades separadas, como é entendido por muito.

Felizmente, encontramos o Programa de Formação de Treinadores de Triathlon que é organizado pela FEF (Faculdade de Educação Física) da UNICAMP (Universidade de Campinas) e com o apoio e chancela da SPTri (Federação Paulista de Triathlon). Este Programa é composto de 3 CARDS, sendo os CARDS 1 e 2 cursos de 30 horas e o CARD 3 um curso de Especialização em Triathlon com duração de 12 meses.

Nos dias 19 e 20 de agosto estivemos na FEF / UNICAMP para fazer o CARD 1, quando pudemos conhecer o organizador do curso Prof. Orival Andries Junior, além de seu histórico como atleta em natação, tem 20 IRONMAN completados e uma paixão pelo Triathlon, colocando o trithlon como disciplina no curso de educação física na FEF. Daria um post somente sobre o Orival !

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Os outros professores não menos apaixonados pelos triathlon e com grande vivência no esporte também como atletas, treinadores e profissionais ligados ao esporte. O Dr. Gerson Leite que além do triathlon é um apaixonado pela fisiologia do esporte e o Mestre Wagner Spadotto que também respira o triathlon.

A sala com 70 alunos em sua maioria atletas e/ou treinadores e com certeza 100% dos participantes apaixonados pelo triathlon deixou o curso muito interessante e aprendemos muito, especialmente que existem outras pessoas que não enxergam o triathlon como 3 modalidades distintas e pudemos absorver o conceito do NADAPEDALACORRE, que traduz a verdadeira definição desse esporte. Ficamos muito contente em saber que o Beto na Bahia treina um grupo de crianças para introduzi-las no triathlon, iniciativa louvável.

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Além do curso, aproveitamos para encontrar alguns amigos e claro que no final do primeiro dia de curso não podia faltar uma treino de corrida pelas ruas da UNICAMP.

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E claro um jantar com os amigos a noite !

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Nos dias 21 e 22 de outubro retornamos a UNICAMP para fazer o CARD 2. Mais uma vez sala lotada com 70 alunos, quase todos os mesmos do CARD 1. Neste módulo, além de muito conhecido adquirido, tinhamos um novo professor, o Eduardo Brás que é treinador da equipe elite do SESI de Triathlon com um curriculum espetacular.

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Neste CARD pudemos acompanhar um teste de lactato na piscina e um teste de potência na bike que fez nosso amigo Briani suar de verdade.

Mais uma vez no final do primeiro dia de curso tivemos um treino de corrida que terminou na pista de atletismo da FEF.

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E mais uma noite de jantar com os amigos !

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Fechamos o ano de 2017 com Treinadores de Triathlon CARD 1 e CARD 2. Em 2018 pretendemos fazer a Especialização em Triathlon. Nos identificamos muito com o conceito do NADAPEDALACORRE e temos certeza que estes cursos nos tornam melhores como atletas e como treinadores dando resultados muito melhores para os nossos atletas.

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TRIREX EVOLUTION 2017

Mais uma vez chega outubro e mais uma Etapa do TRIREX EVOLUTION que aconhece no aconchegante Bairro do Patrimônio na Cidade de Brotas.

Este ano não participamos da primeira Etapa em março, mas voltamos para a segunda Etapa com muita vontade de participar da prova, de curtir o fim de semana e aconchego na Pousada das Nascentes, a tranquilidade do Bairro e a boa comida do Chef André Ávila no Bistrô Casa de La Sierra, que tivemos o prazer de conhecer. Além de preparar ótimos pratos é uma pessoa muito agradável e atencioso, alguém que realmente faz o que ama !

A segunda Etapa do TRIREX aconteceu nos dias 31/09 e 01/10 e como de costume fomos para o Patrimônio na sexta a noite. Como chegamos muito tarde e não pudemos conhecer o Chef André Ávila e aproveitar seus pratos. O cansaço era grande e tinhamos de descarregar todas as tralhas de competição e descansar, afinal na manhã do dia seguinte (sábado) a Marilda iria participar do TRAIL RUN de 20 km, que fazendo jus ao nome TRIREX tem percurso muito duro.

No sábado 31/09, fechando o mês, a Marilda acordou cedo, se preparou, foi retirar seu kit e tomar o café da manhã reforçado para aguentar os 20km duros do TRAIL RUN com largada as 7:30 h.

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Ela chegou no local da prova muito animada e preparada para encarar os 20 km na terra. O tempo ainda frio e com neblina escondendo a beleza do local da largada não foi motivo para desanimar os atletas que largaram para os 20km e 30km as 7:30 em ponto.

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Enquanto a Marilda corria pelas estradas de terra de Brotas eu tomava um café reforçado com várias gostosuras e conversava com o Chef André Ávila para saber o que teríamos de almoço e nossa fotografa Carol dormia como uma pedra. Ainda enquanto a Marilda estava no percurso, aproveitamos para ficar passeando no local da chegada e tentando encontrar os conhecidos que sempre estão no Trirex.

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Na última prova que a Marilda participou no Trirex em outubro de 2016 ela teve cólicas fortes durante a competição e não conseguiu fazer uma boa prova e não melhorou o seu tempo e mesmo sofrendo muito conseguiu manter quase o mesmo tempo da etapa de março de 2016, mas nesta edição ela estava bem, muito motivada e bem treinada.

Quando apontou no portão de entrada e apareceu no caminho gramado estava com uma cara de quem aguentava os 30 kms e cruzou a linha de chegada com sorriso e com tempo de 2:45 h, 20 minutos a menos do ano anterior e 12 minutos a menos do melhor tempo que ela já tinha feito nesta prova.

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Melhorando cada dia mais a performance e se dedicando muito aos treinos, ao esporte e a profissão que ama os resultados são consequência. PARABÉNS !!!!!!!!

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O dia continuava friozinho de serra, então aproveitamos para nos fartar com a deliciosa costela bovina preparada pelo Chef André Ávila e ficamos na pousada curtindo nosso canto e tirando uma soneca de duas horas. Só saímos para jantar, as massas preparada pelo Chef especialmente para os participantes do Trirex. A competição no dia seguinte teria mais de 3 horas de prova e carboidratos eram mais que necessários para o dia seguinte.

Domingo dia 01/10 foi meu dia de madrugar, levar a bike e outros itens para a área de transição, arrumar tudo para duas transições e deixar cada coisa em seu lugar, verificar a posição de entrada e saída para localizar a bike.

Ainda com o dia frio e a neblina tomando conta do bairro todo fui então colocar o uniforme e tomar um café da manhã bem reforçado para algumas horas de prova.

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Cheguei no local de largada para um aquecimento rápido e me para concentrar para uma prova que exige muito dos atletas, por ter relevo de corrida muito desafiador e percurso de bike com muitas subidas duras. Saber o que fazer e quando fazer nesta prova é muito importante. Estar bem psicologicamente ajuda demais nesta prova. E neste dia eu estava muito bem ! Não tinha treinado muito nos últimos meses, mas estava muito focado e querendo fazer o meu melhor, nesta prova só via o percurso e a linha de chegada no final, que eu tinha certeza que cruzaria bem.

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A largada para o Duathlon distância olímpica abre com uma corrida de 5 km, todos ainda bem dispostos e com o corpo descansado, mas é importante lembrar que ainda temos de pedalar 40 km e depois correr mais 10 km.

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Terminei a primeira corrida nada diferente do ano anterior, mas estava me sentindo bem e querendo muito pedalar. Como conheço o relevo com 6 subidas duras em cada uma das 3 voltas no circuito, achei que seria melhor usar uma bike de speed com uma relação mais para subida e manter um giro rápido e não detonar as pernas que ainda teriam de correr mais 10 km.

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Peguei a bike que é onde me sinto mais à vontade e sai para passar alguns atletas que chegaram na minha frente na primeira corrida. As chegadas e saídas das transições são sempre momentos de motivação adicional, ver a galera dando força e a Marilda e a Carol me incentivando para continuar dá uma energia extra nesses momentos que o corpo já começa a sentir o tempo de prova.

Meu tempo na bike não foi como gostaria, mas consegui terminar com as pernas boas para encarar mais 10 km de corrida nas subidas do percurso. Sofri na corrida mas consegui terminar em condição física melhor que na prova do ano anterior.

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Este ano foi péssimo para meus treinos e foco nas provas, mas no fim de semana do Trirex eu estava muito feliz e com um astral muito bom, afinal cercado de pessoas que amo e de amigos que me dão força para praticar meu esporte. Como acho que posso ser um incentivo para alguém, dei meu melhor, mesmo sem os treinos em dia e consegui manter o mesmo tempo de prova do ano anterior (3:41h) o que me colocou no pódio como vice-campeão na minha categoria.

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Em 2018 estaremos de volta no Patrimônio nos desafiando no Trirex para aumentar nossa criação de dinossauros e nos divertir muito !!!

clique no link abaixo para ver o álbum de fotos completo:

ALBÚM DE FOTOS TRIREX – BANABIKER

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DESAFIO 12 HORAS PIRACICABA – ED. 2

Duas vezes por ano a GAIA eventos esportivos organiza o DESAFIO 12 HORAS no Parque da Rua do Porto em Piracicaba. O evento é uma corrida em volta do lago que tem perímetro de pouco mais de 1 km, evento muito organizado em com excelente suporte ao atleta, assim é um dos eventos que é importante participarmos para prestigiar os organizadores e fazer que o evento cresça.

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Depois de termos participado da primeira etapa em 29/04 fazendo 3 horas solo, decidimos participar nesta edição das 6 horas solo para fazer nossa maior quilometragem correndo.

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A segunda etapa deste evento aconteceu no sábado dia 23/09 (é estamos atrasados para atualizar o blog !!), nossa intenção era chegar cedo em Piracicaba para começar a prova tranquilo, curtir os atletas que estariam fazendo as 12 horas, almoçar bem antes do inicio da prova. Mas, como a Carol tinha compromisso no colégio, fomos na correria, chegamos, almoçamos e seguimos para a linha de largada.

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Para deixar o Desafio ainda mais difícil, estava um sol de rachar, 36 C e muito seco, há semanas sem chuva, mas se fosse prá ficar na moleza tinhamos ficado em casa. Agora era alinhar e se preparar para as próximas 6 horas.

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O Parque estava lindo, com as árvores todas floridas e com muitas, mas muitas flores, o chão formado de flores coloridas, sem nuvem no céu e o sol ardendo nos atletas.

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Toda a nossa turminha foi para o Parque, a Carol e o Bruno ficaram de passeio e a Débora ficou de fotografa e fez várias fotos bem legais, nos dois ficamos no calorzão correndo, caminhando, suando, tendo câimbra e superando as 6 horas do Desafio.

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A organização do evento é nota 1000, além do percurso ser totalmente plano, tem água, isotônico, pamonha, cuscuz, pipoca, frutas, macarrão, batata, e ainda a galera motivando a prova toda.

Embora estivesse muito quente eu estava me sentindo bem e me hidratando bastante, mas quando cheguei no km 17 começaram as câimbras e tive de fazer algumas paradas, caminhar durante alguns km e voltei a correr depois. A Marilda já sentiu bastante o calor, com a FC bem alta, reduziu o ritmo e também por alguns kms caminhou.

Embora minha expectativa fosse fazer 40 km, as paradas e caminhadas me mostraram que isso não iria acontecer. Acho que nesta prova mudo muito minha alimentação durante a prova e pode ser que seja o problema para eu sempre sentir câimbras no km 17.

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Por fim, depois de 6 horas dando voltas no lago, correndo ou andando, parando, retornando, a noite chegou e eu e a Marilda cruzamos juntos a linha de chegada e completamos 32 km percorridos. Nossa maior distância em uma corrida.

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Com esse resultado conseguimos pódio na categoria solo 6 horas por idade. A Marilda ficou em primeiro lugar na categoria e ganhou mais um medalhão do evento.

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Eu fiquei em terceiro na minha categoria e peguei um pódio e um medalhão.

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Esta competição é muito legal e no próximo ano estaremos participando, mas voltaremos na categoria solo 3 horas e vamos tentar colocar a Débora para dar voltas no lago também, nem que seja na caminhada por 3 horas !

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Veja no link abaixo as fotos da Débora e da Carol !

ALBÚM DE FOTOS !!

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MEIA MARATONA CAMINHOS DO MAR

No domingo 03 de setembro nossa Equipe participou de mais uma meia maratona, mas desta vez uma competição muito especial em um lugar incrível !

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A Meia Maratona Caminhos do Mar foi organizada pela CHAUÁS, que antes de escrever nosso relato do evento e de nossa performance, temos que parabenizar toda a equipe Chauás pelo organização do evento, pelos pontos de hidratação sempre com muita água gelada e pessoas alegres, muita segurança, um percurso desafiador e lindo, deixando este evento um dos melhores que já participamos.

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O evento aconteceu no Parque da Serra do Mar e o percurso da prova foi a Estrada Velha de Santos, aquela que tem as casas históricas e que muita gente não conhece, como nós não conhecíamos.

Chegamos no Parque as 7:40h da manhã para garantir uma vaga no estacionamento dentro do Parque que tem limitação não de veículos estacionados, mas também de pessoas para acesso do Parque, por este motivo a competição limitou o número de atletas no evento a 1.200 e um dado muito interessante é que dos 1.200 que largaram na prova, 1.200 cruzaram a linha de chegada.

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Depois de estacionar, nos preparamos, tomamos nosso café, e fomos tirar aquela foto no pódio para começar a entrar no clima do evento e se misturar com os atletas.

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Esta prova é a primeira edição, então não existe histórico e como nunca tinhamos ido ao Parque não tinhamos ideia de como era o relevo, o tipo de piso e nem como seria nosso desempenho nesta prova, e quando isso acontece sempre o frio na barriga é maior e vamos sem ter uma previsão de termino da prova, mas sempre focado em fazer nosso melhor.

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A largada da prova aconteceu as 9:00 h, um pouco tarde, mas devido ao horário de abertura do parque e considerando que a prova é com a maioria dos trechos em sombra e nesta época do ano não está muito quente, foi excelente e a pontualizada da largada não deixa os atletas esperando e com mais tensão.

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A prova tinha 3 distâncias 6 km, 15 km e 21 km. Nós fizemos a meia (21 km). O percurso tinha somente duas condições, ou descendo ou subindo. Largamos e descemos até o km 3, retornamos a linha de largada, descemos até o km 7,5 e retornamos, totalizando 21 km.

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Como não conheciamos o percurso descemos com precaução para não lesionarmos joelhos, tornozelos e nem os músculos da coxa e panturrilha que sofrem nas descidas. Durante a descida dava para ver as paisagens, os monumentos históricos e saber o melhor local para fotos durante a subida onde a velocidade iria ser bem menor e uma rápida parada para uma foto seria um prêmio.

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Nas construções históricas não dava para parar e ler as informações, nem de ver os detalhes, muito menos entrar nas construções, mas uma foto rápida e ver alguns detalhes sempre era possível.

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A descida foi boa, a maior parte do percurso tem uma inclinação que é possível correr usando as técnicas e mantendo a biomecânica da corrida sem causar lesões, mas a subida, principalmente depois do km 3, e quanto mais se desce, deixa a inclinação maior e mesmo sendo uma inclinação ainda boa para descer, para subir é uma inclinação difícil e muitos trechos era feito caminhando em ritmo acelerado, sempre monitorando os batimentos para ter uma melhor performance.

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Cruzei com a Marilda algumas vezes e foi muito legal ver que ela estava sempre bem perto de mim e em excelente condicionamento físico. Achei que ela iria me alcançar na subida, mas não aconteceu !

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Quando cheguei no km 18 tive que reduzir meu ritmo na subida porque o fadiga chegou, mas chegando no km 19,5 tomei meio gel no ponto de hidratação, uma água e voltei a correr com objetivo de terminar a prova com tempo abaixo de 3 horas. Tive de acelerar no último km e consegui terminar a prova com 2:59:31 h, abaixo de 3 horas !

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Logo depois da linha de chegada fiquei esperando a Marilda que cruzou a linha de chegada com 3:17:51 h, um tempo muito bom para uma prova de 21 km com acumulado de 1.800 metros.

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O horário mais tarde da largada da prova tem um lado bom, termina na hora do almoço e na região tem ótimos restaurantes, alguns que já conhecemos porque ali é onde fazemos nos treinos longão de corrida ou de bike.

Esta prova já está em nosso calendário para os próximos anos e também terá a participação da Débora que está iniciando nas caminhadas e irá evoluir para a corrida.

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CAMINHO DO SOL – Segundo

Em novembro de 2014 eu e o amigo Maurício (Repre) fizemos pela primeira vez o percurso do Caminho do Sol pedalando em dois dias e meio. (clique aqui para ver a história da nossa peregrinação de novembro de 2014). Desde então pensávamos em refazer o Caminho, mas sempre havia um imprevisto ou alguma indisponibilidade de um de nós e acabávamos não refazendo o Caminho e não revendo as pessoas que nos receberam tão bem em nossa primeira peregrinação de bike.

Neste mês de julho sai de férias e alguns dias antes conversamos por telefone e surgiu a ideia de refazermos o Caminho do Sol pedalando em dois dias e meio. A primeira ideia era ter os Amigos Deko e André conosco, mas de inicio já declinaram. Então pensamos em ir com o Gepeto e o Gu, mas tiveram inconvenientes e não puderam nos acompanhar também. Assim, ficou mais uma vez somente eu e o Repre para decidir se iríamos ou não.

Voltei de viagem na quinta dia 20 e decidimos iniciar nossa peregrinação no sábado dia 22, terminando antes do almoço do dia 24/07 na segunda feira. Na sexta 21/07 tive de dar uma geral na bike arrumar todas as coisas para o percurso e ainda conseguir a autorização do Sr. Palma que é o idealizador do Caminho do Sol.

Na sexta a tarde liguei para a Fátima que pediu para eu ligar para o Sr. Palma porque pretendíamos sair na próxima manhã e não haveria tempo para fazer o passaporte, o seguro e as reservas nos locais que iríamos passar as noites. Consegui falar com o Palma pelo celular que se lembrou do meu nome e ficou contente de querermos refazer o Caminho. Palma e Fátima foram extremamente atenciosos e compreensivos, como já fizemos o Caminho do Sol o Palma nos autorizou fazer a peregrinação sem o passaporte e se comprometeu em ligar para nossos pontos de pernoite para autorizar nossas estadias. Agradeço muito ao Palma e a Fátima que em poucas horas deixaram tudo pronto e com as pessoas do Caminho informadas de nosso percurso e estadias. OBRIGADO!! Sem a ajuda de vocês essa história não seria possível !!

PRIMEIRO DIA – Sábado 22/07

Acordei cedo, coloquei tudo no carro e parti para a casa do Repre em Itú. Sai de casa ainda no escuro, neblina e bastante frio. Aos poucos o dia foi clareando e mostrado que o sol iria nos acompanhar em todo o Caminho.

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Em Itú montamos tudo, nos preparamos e seguimos para a Pastelaria do Paçoca, que agora se chama Pastelaria Casa do Bento, eles reformaram e repaginaram a Pastelaria que ficou muito linda e aconchegante. Encontramos a alegre Dona Rosalina, tomamos um gostoso café da manhã com pastel e pão de queijo.

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Iniciamos nossa peregrinação as 8:20 h da manhã saindo da Pastelaria. Como tivemos dificuldade para conseguir um transporte até Santana de Parnaíba, decidimos seguir pela estrada até a entrada para o Armazém do Limoeiro, onde começamos a seguir as “setas amarelas” por mais dois dias e meio. Neste primeiro dia, como economizamos alguns kms, decidimos passar a noite na Fazenda Milhã ao invés da Cidade de Elias Fausto como fizemos em 2014. Assim o percurso do nosso segundo dia ficaria mais curto e evitaríamos o hotel em Elias Fausto que é bem precário e sem refeição.

Logo que saímos do asfalto percebemos um pneu furado na bike do Repre, paramos para arrumar, tirar os corta ventos e seguir depois de uns 20 minutos parados. Passamos pelo Armazém do Limoeiro e foi muito triste ver o local abandonado e não ver a Débora com seu sorriso nos dando boas vindas e nos recebendo com um abraço carinhoso como em 2014. Também não teríamos o lanche de mortadela para comer no meio do Caminho.

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Seguimos e chegamos em Salto, logo na entrada da Cidade o pneu da bike do Repre furou novamente, como podia haver algo no pneu fomos a um borracheiro que encontrou um minúsculo arame no pneu que estava furando as câmaras. Arrumou os pneus e câmaras para seguir nosso Caminho, mas já era mais de meio dia e resolvemos procurar algo para comer.

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Paramos em um pastel com caldo de cana na beira da estrada. Esse foi nosso primeiro erro, devíamos ter procurado um lugar para comer um lanche decente, mesmo gastando meia hora a mais, mas comemos um pastel horrível e seguimos.

Quando estávamos próximos a Elias Fausto eu estava cansado e como não comemos estava precisando me alimentar. Mesmo o Repre não querendo, nós paramos em Elias Fausto para tomar um refri e aproveitei para comer um quindim que era o que tinha de mais fácil porque o Repre estava com pressa para chegar na Fazenda Milhã.

Seguimos, cruzamos a Rodovia do Açúcar e entramos no canavial, pedalamos muito e depois de muito pó no canavial chegamos na Fazenda Milhã, 8:20h depois de sair de Itú e 97 km rodados.

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A Marcia da Fazenda Milhã nos recebeu com muita atenção na Casa 18, onde arrumou um lanche da tarde para nós. O Repre estava no prego e comeu tudo que não tinha comido durante o dia. Pudemos tomar um banho e descansar um pouco.

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As 18 h a Marcia voltou para nos trazer o jantar. Uma comida feita na hora, um macarrão gostoso, frango assado bem temperado e bem quente, salada de folhas, salada de beterraba e um doce de abóbora.

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A casa 18 é bem confortável, roupa de cama limpa e cheirosa, mas o cansaço não me deixou dormir muito bem, dava uns cochilos e despertava, e a noite passou assim bem longa e sem um sono continuo.

SEGUNDO DIA – Domingo 23/07

As 6:30 da manhã já estava acordado e curtindo o friozinho enrolado no cobertor. Logo a Marcia chegou para preparar nosso café da manhã. Comemos bastante, nos preparamos, tiramos fotos e partimos para nosso segundo dia de pedal ainda com o vento gelado, mas com o sol já mostrando que iria nos acompanhar o dia todo e mais forte que nós.

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Chegamos rápido em Capivari, cruzamos a Cidade e logo chegamos em Mombuca, onde cruzamos a Cidade sem parar e seguimos pelo asfalto interminável e depois pelo canavial com muito pó e sol quente. Paramos em uma casa na frente da pousada de Arapongas para tomar uma água gelada e descansar um pouco na sombra.

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Seguimos até a Parada Packer, onde nossa intenção era comer um lanche, nos hidratar e seguir até a casa do Jesus e da Adriana, mas quando chegamos na rodovia vimos que a Parada Packer estava fechada. Seguimos mais alguns kms até o Bar do Tuffi onde esperávamos encontrar coxinha e alguns salgados para nosso almoço, mas infelizmente ele não tinha nada, além de bebidas. Nosso almoço foi duas salsichas em conserva (aquelas que ficam em um vidro grande com vinagre), um salgadinho pururuca (daquele que comem com cachaça) e um doce de mocotó.

Comemos nosso almoço, nos hidratamos com a vista de uma casa antiga e velha em uma rua que era só pó, dai me lembrei dos livros que leio das aventuras de bike em países como a África e pensei que nosso almoço estava muito bom.

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Seguimos nossa peregrinação nos últimos 20 km, com previsão de chegar antes das 15h na Casa do Jesus (Pousada Monte Branco), mas faltando uns 6 kms para chegar, tomei um tombo em uma subida e bati o braço e a mão esquerda em uma pedra, doeu muito e minha mão ficou inchada. Esperamos um pouco até a dor diminuir e seguimos devagar porque estava com medo do guidão escapar da minha mão nas descidas.

Chegamos na Casa do Jesus e Adriana, como sempre fomos recebidos com um carinhoso abraço de boas vindas. Assim que nos sentamos o Jesus já trouxe uma jarra de suco de abacaxi e fez outra de caldo de cana.

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Descansamos, tomamos um banhos, conversamos muito com eles. Mais tarde a Adriana preparou um excelente jantar para nós que comemos muito. Recebi uma massagem de uma das filhas deles que me ajudou com o cansaço do corpo. Pedimos para a Adriana fazer um chá para nós e ai o Jesus fez um chá de erva cidreira com hortelã e gengibre. Tomamos o chá conversando com eles por um bom tempo e fomos dormir e descansar para o último dia de pedal. A cama estava ótima, roupas de cama limpas e cheirosas e bastante cobertores, foi uma noite ótima de sono.

Fiquei muito feliz em reencontrar o Jesus e a Adriana e ver que estão bem e que conseguiram melhorar sua casa. Me deixou muito feliz também em saber que as filhas deles estão com uma clínica na Cidade, estão estudando, pretendem fazer faculdade e estão cheia de planos.

TERCEIRO DIA – Segunda 24/07

Acordamos e fomos tomar nosso café da manhã preparado pela Adriana. Minha mão ainda estava inchada e doendo um pouco. Após o café da manhã, nos preparamos, tiramos fotos com nossos anfitriões trocamos abraços e votos de felicidade e seguimos nossa peregrinação.

 

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Como minha mão ainda não estava bem fomos devagar e com cuidado nas descidas. Paramos no posto de gasolina logo depois de sair de Artemis para tomar um refri, reabastecer nossa água, comer uma bananinha e uma barrinha. Mais uma vez seguimos pelo asfalto, mas quando chegamos na entrada do canavial achei melhor continuar pelo asfalto porque minha mão estava doendo bastante e estava roxa pela pancadas do guidão nas ondulações das estradas de terra. O Repre não ficou muito feliz com essa decisão mas seguimos pelo asfalto até Águas de São Pedro e chegamos na Casa de Santiago, fechando nosso segundo Caminho do Sol as 11:45 h.

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Finalizamos nossa peregrinação em dois dias e meio, depois de 17 h 56 min no Caminho do Sol seguindo as Setas Amarelas e ter pedalado 198 km com 2.855 metros de ascenção. Como saímos de Itú e no último dia seguimos direto pela asfalto depois de Artemis, nosso percurso ficou 43 km menor.

Tiramos algumas fotos de nossa chegada e fomos procurar um lugar para almoçar com o que restava de nosso dinheiro. Conseguimos um almoço excelente para nós dois para esperar nosso resgate, que nos levaria para casa para terminar nossa aventura.

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